À Deriva no Nada: O Enigma Inexplicável do Mary Celeste
No dia 4 de dezembro de 1872, o navio Dei Gratia avistou uma embarcação balançando estranhamente nas águas calmas do Oceano Atlântico. Ao se aproximarem, os marinheiros leram o nome no casco: Mary Celeste . O que eles encontraram ao subir a bordo se tornaria o maior mistério náutico da história e um dos pilares do que investigamos aqui no O Fato Oculto . O navio estava em perfeitas condições de navegabilidade. As velas estavam parcialmente içadas, a carga de álcool industrial estava intacta e havia comida e água para seis meses. Mas faltava algo essencial: cada uma das dez pessoas que deveriam estar ali simplesmente evaporou. O Cenário de um Abandono Instantâneo O que mais intriga historiadores e legistas é a natureza do abandono. Não havia sinais de luta, pirataria ou tempestade severa. Os pertences pessoais da tripulação, incluindo objetos de valor, estavam em seus devidos lugares. O capitão Benjamin Briggs, sua esposa e sua filha de dois anos, além dos sete tripulantes, deixa...